quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Doctor Who - Tradução

Hoje eu decidi escrever sobre uma série britânica que eu realmente gosto chamada "Doctor Who". Dividirei o texto em quatro itens, para torná-lo mais fácil de entender. Eles são: Informações gerais; Os principais motivos pelos quais eu amo Doctor Who; Uma aventura em Londres; e Os spin offs de Doctor Who.

1) Informações gerais
Doctor Who é uma série britânica feita pela BBC. Ela começou a passar em 1963, parou em 1989 e começou de novo em 2005. De acordo com o Guinness Book, é a mais longa série de ficção britânico já feita. Eu a encontrei ao ver um videologger britânico chamado Charlie. Em muitos de seus videologs ele falou tanto e tanto sobre a série, que me deu vontade de ver Doctor Who também.

A série é sobre um viajante do tempo conhecido como "The Doctor". Atualmente, ele tem 905 anos de idade. Ele não é humano, claro. É de uma raça alienígena chamada "Time Lords". A principal característica da raça é não ter só um coração, mas dois. O Doctor costuma viajar com um acompanhante, uma menina bonita e inteligente que o ajuda quando ele precisar. Seu pior inimigo é, sem dúvida, uma raça alienígena chamada "Daleks". Eles se parecem com um polvo com apenas um olho. Os Daleks se protegem em armaduras de robôs. Desde as primeiras aventuras do Doctor, notamos que os Daleks querem exterminar todos que não são um Dalek.

O Doctor viaja em uma nave espacial chamada TARDIS (Time And Relative Dimensions In Space, em inglês), que pode viajar para qualquer lugar, em qualquer tempo. A TARDIS deveria mudar a sua aparência de acordo com o lugar em que pousa, mas, desde os primeiros episódios, o circuito que é responsável para fazer as mudanças havia quebrado e a nave não muda mais sua aparência. Ela sempre fica parecendo uma caixa de policia dos anos 60. E o melhor de tudo, a TARDIS é viva!

Na nova série, os Daleks começaram uma guerra chamada Time War contra os Time Lords. Eles queriam exterminar o povo de Gallifrey, a espécie do Doctor. Nessa guerra, eles mataram todos os Senhores do Tempo, com exceção do Doctor, que fugiu e, aparentemente, traiu seu povo.

Mas como você acha que Doctor Who sobreviveu todo esse tempo? Quero dizer, o ator do primeiro Doctor não tinha a vida eterna, tinha? Na verdade, os produtores de Doctor Who encontraram uma boa maneira de explicar as mudanças de ator principal: como todos os time Lords, o Doctor pode se regenerar. Todas as vezes que ele está quase morrendo, aparece um novo Doctor. Agora, na série de 2011, iremos assistir a décima primeira encarnação do Doctor, interpretada por Matt Smith.

É engraçado ver como o Doctor mudou conforme o tempo. O primeiro Doctor era um homem velho e chato que costumava deixar as pessoas se virarem por sua própria conta. Ele viajava com sua neta, Susan e seus professores, Barbara e Ian. Tudo o que as meninas queriam fazer era gritar a cada momento e chorar muito. Ian parecia mais com o Doctor atual: inteligente, forte, corajoso. Os nono e décimo Doctor, meus preferidos, eram o oposto do primeiro. Misteriosos, inteligentes, ajudando as pessoas e salvando o mundo. Suas companheiras costumavam ser garotas fortes, sempre prontas para ajudar. Elas consideraram a oportunidade de viajar a outros planetas e épocas uma fuga de seus problemas familiares.

2) Os principais motivos pelos quais eu amo Doctor Who
Doctor Who é uma série maravilhosa em muitos aspectos. As histórias são sempre brilhantes! Quando você pensa que já viu de tudo, sempre há mais para ver. As imagens às vezes são tão bonitas que te tiram o fôlego. A música envolve você de uma maneira que você nem nota. Mas, superando tudo isso, assistir Doctor Who às vezes pode ser melhor para melhorar o seu conhecimento do que assistir a uma aula. Os episódios não mostram apenas ficção, mas a história verdadeira e conhecimento sobre a humanidade. Assistindo ela, aprendi muito sobre história, pintura, sociedade, literatura, geografia e, claro, Inglês. O Doctor já conheceu personagens como a Rainha Victoria, Shakespeare, Charles Dickens, Van Gogh, Winston Churchill, Agatha Christie e muitos outros.

Existem conceitos morais em tudo que o Doctor faz. Ele não perdoa os trapaceiros, mentirosos e desonestos. Ele sempre faz tudo que pode e não pode salvar as pessoas e o mundo, mesmo que isso signifique que ele vai morrer.

3) Uma aventura em Londres
Assistir Doctor Who e The Sarah Jane Adventures é, de certa forma, engraçado, porque às vezes eles mostram lugares e coisas em Londres que eu já vi, como o ônibus de dois andares, as cabines telefonicas, as casas e parques. Por exemplo, há um um episódio de Sarah Jane, quando Luke, Clyde e Rani vão ao British Museum para ver a Mona Lisa pela primeira vez e havia uma grande quantidade de excursões escolares. Quando eu assisti, me lembrei de quando eu estava no hall do museu em busca de uma cadeira de rodas para o meu irmão porque ele machucou o calcanhar pulando na escada e, por causa da dor, o museu era muito grande para ele a visitá-lo caminhando! Ou, em um episódio especial de Doctor Who que mostra uma ladra chamada Lady Christina invadindo a National Gallery, a fim de roubar um diamante. Isso me fez lembrar de quando eu estava lá e parei para ouvir uma professora perguntar para as crianças pequenas "Quem você acha que possui esses quadros? E este museu e essas obras? A Rainha? Eu? A menina logo ali? Não, é de vocês. Cada retrato aqui pertence a vocês. Vocês podem vir aqui sempre que quiserem e ver estas belas pinturas. Se vocês estão tristes ou felizes, ou apenas querem pensar, vocês podem vir aqui ver o que as pessoas pensavam sobre isso." Foi tão lindo! Eu me pergunto se algum dia o Brasil terá algo parecido. Arte para as pessoas, não apenas para aqueles que podem pagar por ela.

4) Os spin-offs de Doctor Who
A série produziu dois spin-offs (séries que são baseadas na série principal): Torchwood e The Sarah Jane Adventures. A primeira é sobre o Instituto Torchwood, fundada pela Rainha Victoria para proteger a Terra de ataques alienígenas. O Instituto sobreviveu até aos nossos dias, e é comandado pelo Capitão Jack Harkness. Cheio de sangue, sexo, violência desnecessária e nada mais que isso, não é diferente de qualquer uma das séries americanas. Eu realmente não gostei.

A segunda é sobre as aventuras de um ex-companheira do Doutor, Sarah Jane, e seu filho, Luke. Luke é um ser humano perfeito criado por aliens chamados Bane. Eles o chamavam de "arquétipo". Ele é mais inteligente, mais forte e mais bonito que a maioria dos seres humanos. Com seus amigos Clyde, Rani e Maria, protegem a Terra de aliens maus e ajudam os bons. Em muitos aspectos, The Sarah Jane Adventures é semelhante a Doctor Who. Em primeiro lugar, em ambas as séries os personagens principais bons não usam armas. Juntos, Sarah Jane e Luke são uma espécie de Doctor: inteligentes, brilhantes, salvando o mundo; Clyde, com suas piadas, se parece com Mickey, um antigo namorado de Rose e Rani ou Maria são como as companheiras do Doctor.

Seja como for, Doctor Who é uma série maravilhosa se você procura algo inteligente e bonito para ver. Dê-lhe uma chance. ;)

Também dêem uma olhada nisso:

Site oficial de Doctor Who, da BBC (em Inglês) www.bbc.co.uk/doctorwho/dw

Para ver notícias e baixar episódios de Doctor Who (em Português) www.universowho.wordpress.com

A Wikia do Doctor (em Inglês) www.tardis.wikia.com/

Assista aos vídeos do Charlie (em Inglês) http://www.youtube.com/user/charlieissocoollike?blend=1&ob=4

Doctor Who

Today I’ve decided to write about a British series I really like called “Doctor Who”. I’ll divide it in four “itens”, to make it easier to understand. They are: General Information; The main reasons that make me love Doctor Who; An adventure in London; and The Doctor Who’s spin offs.

1) General information
Doctor Who is a British series made by BBC. It started in 1963, stopped in 1989 and started again in 2005. According to the Guiness Book, it is the longest British fiction series ever made. I found it watching a YouTube British videologer called Charlie. In many of his videologs he talked so and so much about it that I wanted to watch Doctor Who as well.

The series is about a time traveler known as “The Doctor”. Nowadays, he’s 905 years old. He isn’t human, of course. He’s from an alien race called the “Time Lords”. The main characteristic of that race is not to have only one heart, but two hearts. The Doctor uses to travel with a companion, a beautiful and intelligent girl that helps him when he needs it. His worst enemy is, without doubt, an alien race called “Daleks”. They look like octopus, but they have just one eye. They protect themselves in robots armors. Since the Doctor’s first adventures, we can see that the Daleks want to exterminate everyone that is not a Dalek.

The Doctor travels in a spaceship called TARDIS (Time And Relative Dimensions in Space), that can travel to anywhere, anywhen. The TARDIS is supposed to change its appearance according to the place it landed but, since the first episodes, the Circuit that is responsible to do the changes had broken and the ship does not change its appearance anymore. It always stays looking like a police box from the 60’s. And, the best of all, the TARDIS is alive!

In the new series, the Daleks started a war called the Time War against the Time Lords. They wanted to exterminate the people of Gallifrey, Doctor Who kind. In this war, they killed all the Time Lords, except the Doctor, that ran away and, apparently, betrayed his people.

But how do you think that the Doctor series survived all this time? I mean, Doctor Who first actor didn’t have the eternal life, did he? In fact, Doctor Who producers found a good way to explain the main actor changes: as all the Time Lords, The Doctor can regenerate. All the times he is almost dyeing, a new Doctor appears. Now, in 2010 series, we are watching the eleventh Doctor, interpreted by Matt Smith.

It’s funny to see how The Doctor changed throw time. The first Doctor was an old and boring man that used to leave people at their own. He traveled with his granddaughter, Susan and hers teachers, Barbara and Ian. All that the girls wanted to do were scream at every moment and cry a lot. Ian looked more like the actual Doctor: intelligent, strong, brave. The ninety and tenth Doctor’s, my favorites ones were the opposite of the first. Mysterious, cleavers, helping people and saving the world. Theirs companions use to be strong girls, always ready to help. They considered the opportunity to travel to other planets and epochs a good escape from the trouble in theirs families.

2) The main reasons that make me love Doctor Who
Doctor Who is a wonderful series in many aspects. The stories are always brilliant! When you think you’ve seen all, there’s always more to see. The pictures sometimes are so beautiful that they can take the breath away. The music involves you in a way you can’t notice. But, topping this all, watch Doctor Who can be sometimes better to improve your knowledge than watch a class. The episodes don’t show just fiction, but true history and humanity knowledge. Watching it I’ve learned a lot about history, painting, society, literature, geography and, of course, English. The Doctor had already met the Queen Victoria, Shakespeare, Charles Dickens, Van Gogh, Winston Churchill, Agatha Christie and a lot of others.

There’re moral concepts in everything The Doctor do. He can’t forgive the cheaters, liars and dishonest. He always does everything he can and can’t to save people and the world, even if it means that he’ll die.

3) And adventure in London
Watch Doctor Who and The Sarah Jane’s Adventures is, in a way, funny because sometimes they shows places in London I’ve ever seen like the two floors bus, the telephone boxes, the houses and parks. For example, there’s one a Sarah Jane episode when Luke, Clyde and Rani went to the Museum to see Mona Lisa for the first time and there were a lot of school tours. When I watched it, I remembered when I was in the Museum’s hall searching for a wheelchair to my brother because he hurt his heel jumping in the stairs and because of the pain the museum was too big for him to visit it just walking! Or, especial Doctor Who episode that shows a thief called Lady Christina invading the National Gallery in order to still one diamond. It made me remember when I was there and stopped to hear a teacher ask for little children “Who do you think owns this paint? And this museum and these artworks? The Queen? Me? The girl just there? No, it’s yours. Every single portrait there belongs to you. You can come here every time you want and see these beautiful paints. If you’re sad, or happy, or just want to think, you can come here see what people thought about it.” It was so lovely! I wonder if some day Brazil will have something like that. Art for people, not just for the ones that can pay for it.

4) Doctor Who’s Spin Offs
The series produced two spin-offs (series that are based in the main series): Torchwood and The Sarah Jane Adventures. The first one is about the Torchwood Institute, founded by the Queen Victoria to protect earth from alien’s attacks. It’s survived until our days, and it’s commanded by Captain Jack Harkness. Full off blood, sex, unnecessary violence and nothing but that, it is not different from any of the American series. I really didn’t like it.

The second one is about the adventures of an ex companion of the Doctor, Sarah Jane, and her son, Luke. Luke is in fact a perfect human being created by aliens called the Bane. They called him “The Archetype”. He’s more intelligent, stronger and good-looking than most of the humans. With theirs friends Clyde, Rani and Maria, they protect Earth from bad aliens and help the good ones. In many aspects, Sarah Jane is similar to Doctor Who. First of all, in both of them the main good characters don’t use guns. Together, Sarah Jane and Luke are a kind of Doctor: cleaver, brilliant, saving the world; Clyde with his jokes looks like Mickey, an old boyfriend of Rose and Rani or Maria are like the Doctor’s companions.

Whatever, Doctor Who is a wonderful series to see if you want something intelligent and beautiful. Give it a try. ;)

Take a look at this:

Doctor Who BBC’s official site (in English) www.bbc.co.uk/doctorwho/dw

To see news and download the episodes of Doctor Who (in Portuguese) www.universowho.wordpress.com

The Doctor’s Wikia (in English) www.tardis.wikia.com/

Watch Charlie’s videos (in English) http://www.youtube.com/user/charlieissocoollike?blend=1&ob=4

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

FUVEST 2011 - 2ª Fase: Novas provas, respostas e experiências

Aqueles que acompanham meu blog e leram essa postagem sabem que, no dia 28/11, eu fiz a primeira fase da FUVEST como treineira de Humanas do 1º ano do Ensino Médio. Pois bem, após 22 dias de intensa espera, a lista de aprovados foi divulgada, assim como a nota de corte. Para minha felicidade, lá estava o meu nome, na letra L, com direito à um asterisco indicando que eu não passo de uma treineira. Com 45 pontos, conquistados no primeiro ano, fiz um ponto acima da nota de corte (44)! E o melhor de tudo, faria a prova na minha velha conhecida, a Faculdade de Educação da USP. Me senti totalmente em casa!

Pois bem, mais alguns dias de espera, umas sondagens aqui e ali para saber como meus conhecidos foram na prova, uma arrumação de material (os mesmos lápis, borracha, caneta, documento, ficha de inscrição e lanche, com acréscimo de uma régua que nem sequer usei) e lá estava eu, rumo à sala onde faria as 10 questões de português e a redação do primeiro dia da segunda fase. A primeira coisa que me impressionou foi o número incrível de fotógrafos, encarapitados na escada, posicionados no caminho. Contei mais ou menos cinco, com suas objetivas gigantes apontadas para as nossas caras.

Já na sala, mais uma vez me diverti observando as pessoas, suas caras, roupas, materiais e os sentimentos estampados em suas ações. Por volta das 13 horas, os fiscais deram os avisos de praxe e começou a maratona! Muita água e questões depois, saí, um pouco ressabiada com algumas coisas que chutei, um pouco decepcionada com minha própria dissertação mas feliz de ter cumprido essa etapa.

O segundo dia prometia ser mais corrido que o primeiro, e de fato foi: todas as matérias do Ensino Médio, tirando português, totalizando 20 questões dissertativas. Preferi começar pelo que sabia e pelo que era mais capaz de enrolar: história, geografia e algumas das multidisciplinares. Até umas 16:00 me dediquei a responder as questões com afinco, mas depois disso, passei a inventar. Mesmo assim, deixei umas 3 questões em branco. O fato é que muito do que caiu, ou eu deveria ter tido e não tive por questão de mudança de planejamento da escola/mudança de escola, ou porque tratava-se de matéria do 2º e 3º ano que, obviamente, eu não tive. De qualquer jeito, só a experiência de fazer, valeu.

No terceiro dia me aguardavam 4 questões de Matemática, 4 de História e 4 de Geografia. Só de olhar para as de Matemática, eu sabia que não seria capaz de resolver, pois nunca tinha visto algo daquela forma. De modo que só me restou ver as de História e Geografia que, ao meu ver, apesar de trabalhosas, foram tranquilas de resolver. Ao sair da prova, sentei no tronco caído na frente da faculdade e fiquei. Estava com preguiça de mais até pra voltar para casa. Talvez tenha sido o efeito "ufa, passou", uma vez que, mesmo que eu não tenha feito todas, só o ato de lê-las e pensar nelas já é bem trabalhoso.

Como considerações finais, vem novamente as minhas dicas para os candidatos: leiam os livros, não só o resumo, estejam preparados e, acima de tudo, não se desesperem. Se começarem a desistir das questões sem nem pensar um pouco nelas, de que adianta? Nem se dêem ao trabalho de sair de casa para fazer a prova. Comecem pelo que sabem, pois costuma ser mais rápido e, com um menor cansaço, serão mais capazes de expor direito. Depois partam para o que sabem mais ou menos e, no final, se for o caso, para o que não tem a mínima ideia. Organizem-se para passar todos os rascunhos a limpo dentro do prazo estipulado. Aliás, na dissertação, usem o máximo possível dos excertos. Isso aumenta bastante a sua nota. E, por fim, tomem muita água! Uma pessoa sem minerais não tem energia sequer pra pensar. Boa sorte para todos!

Novos links úteis da FUVEST 2011:

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Curtas Extraordinários!

O título do post rapidamente denuncia o livro que eu acabei de ganhar e devorei em pouco menos de dois dias "Curtas Extraordinários! - Como filmar e compartilhar seus curtas na internet", autoria de Russel Evans. Com 290 páginas de conteúdo, o livro é dividido em quatro partes: Como fazer filmes, Como compartilhar filmes on-line, Que gênero de filme fazer e Como ter certeza de que seu filme vai acontecer. Todas as partes estão recheadas com as informações necessárias, em um texto fácil de ler e tabelas bem organizadas.


Primeiro de tudo: recomendo. Apesar de algumas minúsculas confusões na tradução, é muito tranquilo passar por cima delas e entender o conteúdo. Segundo, mas não menos importante: me veio uma vontade muito, muito louca de fazer um curta de orçamento zero (ou o mais perto disso possível). Louca porque nem sequer tenho idéia, nem câmera, quem dirá cara de pau suficiente para recrutar atores, cameraman e outras pessoas que seriam necessárias para a realização do projeto. Para falar verdade, tenho idéia sim, ainda vaga e sendo trabalhada, remoída nos meus neurônios. Talvez eu apresente ela mais tarde.


Agora, porque diabos estou postando isso aqui? Para que desse jeito eu assuma uma espécie de compromisso comigo mesma, de que vou dar um jeito e vou levar isso adiante. Porque eu estou sempre visualizando meu blog e, quando ver esse post, tenho que me lembrar "Poxa, eu quero mesmo fazer isso". Então, aguardem notícias e novidades. E de vez em quando me cobrem "E aí Laura, e o teu projeto?". Vai ver eu crio a cara de pau.


Em tempo: um site legal de vídeos que eu vi no livro. Talvez seja conhecido de vocês. http://www.blogger.com/www.vimeo.com

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Ao meu irmão

Se eu for fazer alguma espécie de homenagem a você, que seja assim, para que todos possam ler. Para que sirva para alguma coisa além de reafirmar o que você já sabe: que eu te amo muito.

Cara, você é maravilhoso. Simples assim. Eu nunca vi uma criança, um menino, uma pessoa, tão nobre e inteligente e feliz como você. Todo dia eu me impressiono um pouco mais com sua atitude perante a vida: nascendo do jeito que nasceu, você poderia muito bem jogar tudo para cima, entristecer-se e desistir, muita gente completamente inteira faz isso. Mas não, essa não foi sua escolha! Você resolveu erguer a cabeça, enfrentar o problema e seguir em frente. Está sempre rindo, falando, se informando, enfeitando a vida dos outros. E como é lindo o jeito como se importa com a justiça, com as pessoas que gosta. O jeito como fica nervoso sempre que vê que a imbecilidade humana vai conduzir a alguma cagada!

Eu amei dançar com você. Amo jogar com você. Amo ler com você. Amo mesmo quando você me irrita porque quer muuuito falar uma coisa e eu estou seriamente ocupada. Sei que brigamos, às vezes por coisas idiotas, às vezes por teimosia e outras ainda porque me preocupo, mas essas brigas não são nada. Não significam que acabou, que eu cansei de você. Pelo contrário, você continua sendo um ponto de luz na minha vida, um cara corajoso (com alguns medos bobos, claro), divertido (com algumas piadas sem-graça), informado (com algumas informações nada a ver), alegre (com sua risada BIZARRA que nem ao menos se define como é).

Eu vou te admirar eternamente, por mais que de vez em quando eu possa falar que não. Espero que você continue assim, de bem com a vida, reconhecendo o belo e mantendo distância do feio. Que você supere, junto comigo, com a mamãe e o papai, essa falta de equilíbrio que você tem. Que você faça muitas coisas legais, muitas viagens divertidas, muitas pessoas rirem durante toda sua vida: que ela seja cheia de coisas boas. E que quando você for velhinho, seja um velhinho fofo que nem o tio Nole.

Eu te amo, Dogo. Conte sempre comigo, sério.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

FUVEST 2011: Prova, gabarito, experiências

Todo mundo que acompanha os jornais, acompanha notícias, tem filhos na idade do colegial ou simplesmente está consciente do mundo ao seu redor sabe que domingo, 28 foi dia da primeira fase da FUVEST 2011. Eu, como aluna do Primeiro Ano do Ensino Médio e consciente de que minha carreira, cinema, não tem uma nota de corte lá muito baixa (63 ano passado), assim como não tenho vontade de fazer cursinho, resolvi então, desde já, participar como treineira e não deixar para o Segundo Ano.

A experiência começou ao acessar o site para inscrição e descobrir que eu precisaria de um CPF. Então lá vou eu, enfrentar uma fila de quase uma hora para conseguir os dígitos do cartão azul e, enfim, fazer e pagar a inscrição. Era só esperar para saber onde seria a minha prova. No dia 22, como divulgado no site da fundação, foram divulgados os locais de prova: uma página assustadora com números enormes (tanto no tamanho da letra quanto no tamanho dos números em si) mas, que no final, se revelou bem prática. O local estava lá: Politécnica, Biênio. Os passos seguintes eram óbvio (não para esses candidatos aqui): verificar o local da prova no sábado e ter certeza de que todas minhas informações estavam certas. Sala identificada, tudo ótimo, era só voltar pra casa e garantir que eu estaria bem no "grande dia".

No domingo em si, arrumei com atenção todo o material necessário para a prova: lápis, caneta, borracha, documento, ficha de inscrição, lanche. O café da manhã e o almoço foram tranquilos e suficientemente nutritivos. Chegar na Poli no dia da prova foi uma experiência e tanto, o prédio estava lotado, lotado, lotado de estudantes nervosos, pressionados, preocupados. Assim que deu o horário, todos subiram para suas respectivas salas, entrando, organizando-se, preparando-se. Aproveitei o fato de que estava só treinando para observar as pessoas: algumas com roupas confortáveis, outras arrumadas como quem vai ao shopping; algumas com água e barrinhas de ceral, outras com quilos de chocolates e sucos e outras ainda com salgadinhos e refrigerantes; alguns terrivelmente nervosos, outros nem tanto, enfim, uma diversidade única.

A prova começou tranquilamente, e assim também comecei a resolver. No total, foram 90 testes que fiz em 4 horas, sendo que chutei 20 questões por não saber e devo ter demorado uma boa meia hora passando tudo para o gabarito. Assim que saí da sala, vi muitos candidatos desesperados (provavelmente saíram cedo por terem jogado a toalha) e pais nervosos esperando seus filhos. A caminhada até a Faculdade de Educação, onde encontraria meu pai foi uma experiência a parte. Lugares da USP em que normalmente haveria muitas pessoas, estavam desertos. Nas ruas, pais e mais pais perdidos, confusos e apressados. Nos prédios onde foram aplicadas as provas, estudantes esparramados por aí, discutindo, ouvindo música, enfim, cuidando de suas vidas. Uma outra USP.

Uma vez em casa, o que fiz foi conferir o gabarito: 45 acertos de 90. Treineiro de Humanas, como fiz, teve no ano passado 49 como nota de corte. Também separei da prova que a própria fundação divulgou, aquelas que errei, separando por área e analisando o que devo estudar para futura referência. Responsável? Organizada? Sim, mas acima de tudo, preocupada comigo mesma.

Enfim, após toda essa experiência inédita, tenho uma dica para os candidatos: não se desesperem. Confiem em si mesmos. Organizem-se. Façam a prova normalmente, com a mesma seriedade que fariam qualquer outra. Tentem não se levar pela "pressão" pois ela pode tomar conta de seus pensamentos e empurrar para lá o que deve de fato fazer parte: a concentração, o raciocínio, os conhecimentos em si. Preparem-se bastante. E, acima de tudo, sejam sinceros com vocês mesmos. Não adianta esperar uma nota maior do que sabem que vão conseguir.

Ah! Antes que eu esqueça, links úteis da FUVEST 2011:

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

A riqueza da Costa Rica

Adivinhem onde eu estou desde dia 23 (e ficarei até dia 2)? Alguém tem um palpite? Alguém se deu ao trabalho de ler o título do post? Pois bem, estou na Costa Rica! Aquela uma localizada perto do Méximo, na América Central. A que tem o Oceano Atlântico de um lado e, do outro, o Pacífico. Pois é, legal, não?

Os passeios foram (e serão) muitos e, infelizmente, nesse exato momento, não tenho como postar as fotos de todos. Portanto, vou postar o roteiro básico e, conforme tiver as fotos, postarei mas detalhes e impressões.


23/10 - Chegada e ida a Arenal


A viagem, pela Copa Airlines, saindo de São Paulo deu, com escala no Panamá de uns 40 minutos, mais ou menos 10 horas. Com relação ao horário de Brasília, o da Costa Rica é 4 horas a menos, portanto, tendo saído às 6h40 chegamos umas 14h. Alugamos um carro no aeroporto Juán Santamaría (um Toyota compacto da Hertz) e partimos em uma jornada de mais 4h rumo ao Parque Arenal, com ajuda de nosso GPS alugado.
Dica! As estradas Costa
Ricenses são muito tortuosas e sem nenhuma sinalização. Se você não quer se
perder, alugue um GPS como nós ou faça pelo modo antigo: o
mapa.

Algumas paradas depois (uma delas para comer em um restaurantezinho na beira da estrada) e muitos "oh" de surpresa pelo tamanho das planta na estrada, finalmente chegamos ao hotel onde passaríamos uma noite: Volcano Lodge. O hotel é maravilhoso e imenso, com tratamento de luxo, mas, infelizmente é muito caro (para nós). A varanda do nosso quarto dava para o vulcão, imponente em meio à um jardim cuidadosamente cultivado de plantas gigantes. Ao anoitecer, para comemorar a vida, meu pai e irmão correram na chuva até cansar, tomaram banho, jantamos no restaurante e dormimos uma noite tranquila. O outro dia nos reservava um emocionante passeio até perto da grande ferida na terra.


24/10 - Passeio ao Volcan Arenal (manhã) e ida ao Parque Manoel Antônio


Acordamos cedo, empolgados com a expectativa de caminhar em terras vulcânicas. Todos prontos, café tomado, um transporte veio nos buscar. O guia, um estudante de Letras - inglês falou animadamente sobre aquela área, explicando que antes havia uma vila próxima pois, como a última erupção antes da instalação da vila havia sido a muito tempo e, por causa da chuva a vegetação cresce rápido, o vulcão estava coberto com mata, levando-os a crer que era uma montanha. Porém, um belo dia, o vulcão entrou em erupção, devastando toda uma área e levando à morte cerca de oitenta pessoas. Segundo ele, hoje há bem mais estudos sobre vulcões na Costa Rica. Chegou até a nos explicar como foi a formação das 2 crateras que pode-se ver hoje, expelindo gases.

Assim que entramos no parque, descemos do transporte junto com o casal de belgas que nos acompanharia e, após uma parada para mais explicações, iniciamos a trilha, ladeada pelas mesmas plantas enormes, primeiro floresta primária, depois secundária. O clima era úmido e quente, mosquitos voavam por toda parte. A caminhada era agradável, ainda mais pelo simples fato de que tudo era uma novidade e de que a companhia era legal. Quando chegamos ao topo de um monte de pedras, o mais perto do Arenal que podíamos chegar, qualquer possível incômodo foi compensado. Simplesmente maravilhoso imaginar que ali, expelindo fumaça a poucos metros de mim, erguia-se uma chaminé, uma comunicação com o centro da terra, esse núcleo tão misterioso.

Depois de um tempo admirando a mata, o vulcão e, do outro lado, o Lago Arenal, tínhamos que voltar. Trilha re-feita, despedida adequada, arrumamos nossas malas e zarpamos do hotel, decididos a comer algum tipico (o prato tipico da Costa Rica é um casado, ou seja, feijão com arroz, tortillas de milho, salada e alguma carne) na estrada. Após mais umas 4 horas de viagem e estávamos em um hotel no meio da mata, em outro lugar, completamente diferente, para uma nova aventura.


25/10 - Passeio de escuna (manhã) e ida à Terceira Praia ou Praia Pública (tarde)


Após um café miúdo, fomos atrás de algo para fazer, uma vez que o Parque Manoel Antonio, nosso alvo, está fechado todas as segundas. Como parte de muitos passeios disponíveis em uma pasta na recepção, decidimos pelo passeio de escuna, esperançosos para ver baleias (embora a temporada estivesse no seu fim há muito tempo). O passeio, que saía do porto, contornava grande parte da área pertencente ao parque, com direito à uma parada para snorkeling em um mar de fortes correntezas e visibilidade quase nula por conta das chuvas. No final, nem baleias vimos, porém foi muito bom deitar, ver a bela paisagem e simplesmente sentir o balanço do barco. O almoço, servido por ali mesmo, era bem honesto e com direito a um suculento abacaxi de sobremesa.

De tarde, atendendo às vontades de minha mãe, fomos todos à praia, mais precisamente, a terceira praia ou praia pública, uma vez que as outras duas ficam dentro do parque. Comparada às do Brasil, a praia não era lá a coisa mais bonita do mundo, mas serviu para um pouco de diversão familiar. Cansados, voltamos ao hotel e dormimos. No outro dia tínhamos um objetivo fixo: visitar o parque.


26/10 - Visita guiada ao parque Manoel Antônio (manhã) e ida a Heredia


Mais uma manhã se fez. Após o café, fomos à recepção escolher nosso pacote, uma vez que meu pai não iria. Depois de pensar, aceitamos um de duas horas, com direito a guia, por dentro do parque. Um motorista nos pegou no hotel e nos deixou na entrada da reserva, aos cuidados de nosso guia, com uma camiseta de "Intérprete da natureza" e uma espécie de luneta enorme. Logo ao entrarmos iniciou-se a aula de biologia, pontuada a cada bicho que os olhos atentos dele achavam e nós podíamos ver através da luneta. Cabe aqui que eu coloque as fotos, pois, apesar de mais instrutiva que tenha sido a "aula", o que mais enche os olhos e a mente é, de fato, esses pequenos pedaços vivos da natureza.




27/10 - Passeio ao Volcan Poas (manhã)


Do hotel, em Heredia, onde nos hospedamos até a entrada do Parque do Vulcão Poas foram tranquilos 40 minutos em nosso carro alugado. A entrada, como era de se esperar, era mais cara para nós, turistas. Logo nela eu pude avistar as plantas gigantes, no melhor estilo Amazônia, ou então, Jurassic Park. A trilha até o Vulcão em si era bem pequena, pois havíamos subido a maior parte de carro. Ou seja: íamos ver a cratera de cima. Emocionante, não?

Por mais que eu estivesse preparada, ver a cratera em si, tão perto de mim foi uma surpresa. Ela tem um pouco mais que 2.000 metros de diâmetro, com um lago de 400 metros de profundidade e que possui média de 40°C. O 'lago' em si era mais uma água esbraquiçada que liberava enormes rolos de fumaça cheirando a enxofre, um espetáculo. A pergunta inevitável ao se ver isso é: quem foi a bruxa malvada que fez um buraco em uma montanha, bem perto das nuvens, só pra usar como caldeirão gigante? A Maga Patalógika com um desses nem precisaria da moeda de sorte do tio Patinhas!

Depois de um tempo nos inebriando com a beleza da coisa, pegamos uma trilha ligeiramente íngreme. 800 metros depois e nos deparamos com mais uma dessas coisas de cair o queixo: um lago que outrora fora uma outra cratera do Vulcão Poas. Com temperatura média de 13°C, a água da chuva que por estar ali se tornou um tanto ácida não deixa que quase nenhum ser vivo se aventure em suas águas. Mesmo assim, ela tinha um azul bem vívido e, talvez por conta do vento, se movia de forma quase autônoma, como se estivesse vivo. Confesso que eu ia adorar nadar no Lago Boto. Boto porque era o nome de uma tribo de índios que vivia por ali. Ou, segundo meu pai, porque os botos viviam no lago e toda vez que o vulcão ia entrar em erupção, eles saíam voando. Nunca se sabe...


28, 29 e 30/10 - Evento na Universidade Nacional, em Heredia

Bom, nessa parte não há muito o que falar, pois coube aos meus pais. Nos três dias de evento, eu a meu irmão ficamos no hotel Hojarascas, em Heredia, uma cidade adjacente à capital San José. A exceção é o último dia de noite, quando os professores foram para o clube de funcionários da universidade e organizaram uma festa de encerramento com direito a buffet de comidas típicas e banda ao vivo, também típica. Divertidíssimo!

31/10 - Ida ao Tortugueiro (manhã/tarde) e caminhada pelo hotel (tarde)

Não era nem seis da manhã e lá estávamos nós, de pé na frente de um hotel em San Jose, esperando o transporte do hotel que ficaríamos em Tortugueiro nos buscar. O Tortugueiro tem uma coisa bastante... digamos, peculiar. O fato é que ele inteiro é considerado reserva natural que deve ser preservada pois é lá que ocorre o maior número de desovas de tartarugas marinhas. As florestas são intocadas. O único jeito de chegar lá, portanto, é por rio, o que nos obriga a pegar um transporte até o cais e, de lá, um barco até um dos hotéis. Como parte do trajeto terrestre (e do pacote), paramos em um restaurante com direito a borboletário nos fundos. Muitas borboletas, muitas! Aí, à direita, está uma das que mais me encantou.
O café da manhã foi tranquilo e prosseguimos viagem - que, de tempos em tempos, era recheada com o guia nos brindando com explicações sobre a história do país e sua constituição. Uma vez no barco, chegamos com relativa rapidez no hotel, onde nos dirigimos para o nosso chalé. Depois da janta, havia programada uma 'visita guiada' pelos domínios do hotel, com parada entre as plantas para exposições sobre as mesmas (devo reconhecer que essa parte foi sem graça, uma vez que aqui, no Brasil, também temos plantas tropicais. Por exemplo, uma das coisas apresentadas como 'diferencial' foi uma mangueira) e, ao fim, uma caça divertida à ranita de ojos rojos ou, rã de olhos vermelhos.


01/11 - Passeio de barco (manhã), mais passeio de barco e visita à vila de Tortugueiro (tarde)

A manhã estava chuvosa - e quando se diz chuvosa, pense em chuvas tropicais: terríveis. Tão chuvosa que nos obrigou a sair do hotel infinitamente mais tarde para nosso passeio de barco. Mesmo assim, parece que a chuva doou a natureza de um novo ânimo, de modo que vimos muuuitos e muito animais. Em compensação, a chuva deve ter feito meu pai se sentir entediado de modo que, tendo ficado com a câmera para tirar foto dos bichos, ele não tirou NENHUMA, mas sim foto de pés, mãos e outras coisas pouco usuais. Portanto, infelizmente, não vou poder mostrar o explendor e a variedade do que vimos, cabe à vocês imaginar.


Depois do almoço, partimos novamente rumo à vila de Tortugueiro, uma pequena vila com muitas lojinhas de "souvenires regionais". Durante a tarde, mais um passeio de barco, não tão cheio de animais pois essa não era mais nossa prioridade, mas de mesma forma relaxante.

02/11 - Ida a San José e Visita ao Museu do Ouro (tarde)

Nos despedimos do Tortugueiro bem cedo pois seria longa e viagem de volta. Mesmo assim, ao chegar em San José, não nos contentamos em apenas descansar, tínhamos que ver alguma coisa da capital. Iniciamos uma caminhada e acabamos descobrindo o Museu do Ouro, com uma miríade de peças de ouro maias e incas. Depois, visitamos uma igreja simples e sem muitos atrativos e por fim, derrotados pela chuva e pelo saber de que no dia seguinte nos levantaríamos de madrugada para voltar para o Brasil, voltamos para o hotel e dormimos, embalados por doces sonhos que nada mais eram que lembranças dessa fantástica viagem.